Nosso Objetivo é deixar sua empresa MELHOR e mais LUCRATIVA
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Atuando de forma integrada nas áreas de Consultoria em Gestão EmpresarialSistemas ERP e Contabilidade, a FLOW Consultoria tem condições de realizar uma análise completa da atual situação organizacional da empresa, implantar controles e processos sob medida e elevar o seu nível de desempenho e competitividade à excelência.

A FLOW Consultoria oferece aos seus clientes através do Planejamento Estratégico e da Controladoria, um completo acompanhamento do processo de geração de valor, acompanhando todo o processo produtivo da empresa desde a aquisição das matérias-primas, os custos de produção, a formação dos preços de venda, até a apuração do lucro final das vendas. 

 

 

OBJETIVOS

 

Objetivos Gerais

 

Os serviços descritos na presente proposta têm como objetivo o desenvolvimento e implantação de um sistema de CONTROLADORIA na empresa, que proporcionem a análise do desempenho econômico-financeira da mesma, o subsídio ao planejamento econômico-financeiro e o acompanhamento e controle da execução do planejamento.

 

 

 

Objetivos específicos

 

Analisar, elaborar, auditar e corrigir os controles internos da empresa, com ênfase no Sistema de Informação da empresa (software), tais como controle de estoques, faturamento, contas a receber, contas a pagar, fluxo de caixa, produção e outros, de modo a assegurar sua eficiência e confiabilidade;

 

Determinar quais os custos dos produtos e serviços prestados, de modo que a empresa possa saber quais as margens de lucro nas suas negociações;

 

Determinar qual o faturamento que a empresa deve atingir para alcançar o ponto de equilíbrio, de modo que a empresa opere com lucro.

 

 

 

 

DESENVOLVIMENTO DOS TRABALHOS

 

O desenvolvimento dos trabalhos aqui propostos contemplará várias etapas interdependentes e não necessariamente sequenciais.

 

 

1)      Controles Internos

 

Inicialmente, é realizada uma auditoria nos controles internos da empresa, tais como controle de estoques, recepção de materiais, ordens de serviço, custo da execução do serviço, faturamento, contas a receber, contas a pagar, fluxo de caixa, bancos, controle de produção,  e outros.

 

É dada atenção especial ao software de gestão, para verificar a confiabilidade das informações geradas e a adesão às necessidades da empresa. O software deve obrigatoriamente refletir a estrutura administrativa e os centros de custos da empresa. Sugestões e solicitações de adaptação poderão e deverão ser feitas aos desenvolvedores do sistema;

 

 

 

2)      Análise de custos

 

É realizado um estudo detalhado dos custos fixos (custos mensais) e variáveis (custo de produção/comercialização/serviço) da empresa, e de como estes custos impactam na lucratividade. Caso não existam, é feita a elaboração das Fichas Técnicas dos produtos e serviços prestados, com atenção especial à apuração do custo real e atualizado dos materiais utilizados, despesas incorridas e à mão-de-obra, inclusive de terceiros e comissões, de modo a sabermos qual o custo direto de cada produto ou serviço prestado. Com base nas informações das fichas técnicas e nas informações obtidas no acompanhamento do processo de produção ( (e execução dos serviços) da empresa, chegamos ao custo final dos produtos e serviços prestados.

 

Para fins de análise de desempenho e tomada de decisões gerenciais utilizamos o método do custeio variável, método este que diminui sobremaneira a arbitrariedade do método de custeio tradicional, o custeio por absorção. O objetivo desta etapa é, mais do que apurar a lucratividade, apurar quais são os produtos que mais contribuem para o pagamento dos custos fixos, e qual o nível de vendas necessário para tal.

 

 

 

3)      Formação de Preços

 

Uma vez apurados os custos dos produtos e serviços que a empresa presta, aplica-se sobre eles um percentual (o mark-up), de tal forma que saibamos o preço pelo qual devemos oferecer nossos serviços para cobrir nossos custos, comissões, impostos sobre faturamento e demais despesas variáveis de venda, e ainda assim nos dar a margem de lucro desejada.

 

Cabe ressaltar que, na prática, preço quem determina é o mercado, e à empresa resta analisar qual a lucratividade que ela pode obter. Um preço elevado demais comprometerá a saúde financeira da empresa, uma vez que diminuirá o volume de serviços e mesmo com um lucro unitário significativo, o lucro total poderá não ser o suficiente para cobrir os custos e despesas fixos do período. Por outro lado, um preço baixo demais poderá resultar em um grande volume de serviços e faturamento, dando até mesmo a falsa impressão de saúde financeira, entretanto devido ao pequeno (ou mesmo inexistente) lucro unitário tal volume também não gerará lucro total suficiente para cobrir os custos e despesas fixos da empresa.

 

A determinação do preço de venda adequado é provavelmente o mais crítico elemento da lucratividade da empresa e, paradoxalmente, é também o que as empresas mais fazem de forma empírica e sem maiores estudos, apenas “acompanhando” a concorrência.

 

 

 

4)      Análise de ponto de equilíbrio

 

O ponto de equilíbrio é o nível de atividade no qual a empresa não obtém prejuízo nem lucro. Se o nível de atividade estiver abaixo do ponto de equilíbrio, a empresa operará com prejuízo. Estando acima, pelo contrário, resultará em lucro. Na Prática, dizemos que a empresa precisa faturar "x", ou vender "y" quantidade de produtos, para cobrir as despesas. Mais do que determinar qual é este nível de atividade, é importante tentar deslocá-lo “para baixo”, de modo que mesmo com uma atividade menor a empresa ainda assim obtenha resultados positivos. 

 

 

 

5)      Apuração de Resultado

 

Mensalmente é elaborada a DRE, a Demonstração do Resultado obtido pela empresa no período, ou seja, qual foi o lucro (ou prejuízo) do período.

 

A DRE é um relatório estruturado, no qual são apresentados de forma organizada e seqüencial as receitas (vendas e serviços prestados) da empresa, o redutores da receita (impostos sobre vendas, comissões, etc), o custo dos produtos vendidos e serviços prestados e apura-se a Margem de Contribuição (lucro bruto) obtida. Em seguida, apresenta-se os custos e despesas fixos (custos e despesas do período, como aluguel, salários, etc) e verifica-se se foi possível cobri-los com a margem de contribuição apurada, obtendo-se assim o lucro.

 

Este relatório é essencial para que possamos evidenciar qual a estrutura de resultados da empresa, ou em outras palavras, “como a empresa ganha dinheiro”.

 

Ao elaborar DREs de diversos meses e compará-las, numa técnica conhecida por “análise horizontal”, verificamos a evolução econômica da empresa e o resultado dos esforços administrativos empreendidos, sendo essa uma ferramenta fundamental na gestão da empresa e no acompanhamento do resultado do planejamento orçamentário e financeiro, dando aos gestores subsídios para ajustes e correções na gestão do negócio.

 

 

 

6)      Balanço Gerencial

 

O objetivo deste relatório é apurar a evolução patrimonial da empresa. Se a empresa vem obtendo lucro, onde está esse lucro? É bastante comum a empresa apurar lucro na demonstração de resultado, porém esse dinheiro não aparece nas disponibilidades da empresa, sendo a mesma constantemente obrigada a recorrer a “limites” e descontos de duplicatas. Isso acontece, por exemplo, porque o crescimento (ou reestruturação) de uma empresa demanda investimentos constantes em equipamentos, instalações, estoques, e para lá o lucro será direcionado ao invés de ficar disponível. Outra situação bastante comum é, devido ao acirramento da concorrência direta E INDIRETA, a empresa se vê forçada a aumentar seu prazo de recebimento, o que faz com que haja um aumento da necessidade de capital de giro. Desta forma, o lucro é direcionado a estas demandas e nem mesmo chega a ficar disponível para a empresa, dando a falsa impressão de prejuízo.

 

Mas, ao contrário do que diz o senso comum, não é normal nem desejável uma empresa ter grandes disponibilidades financeiras.

 

Da mesma forma como fazemos com a DRE, este relatório também é apresentado de forma comparativa com diversos períodos, realizando a análise horizontal, e evidenciando de forma ainda mais clara a evolução da empresa.

 

7)      Fluxo de caixa

 

A boa gestão do Fluxo de Caixa é uma ferramenta essencial na gestão financeira das pequenas e médias empresas, uma vez que para tal segmento nem sempre é fácil obter linhas de crédito que possam vir a sanar desequilíbrios temporários entre os recebimentos e os pagamentos.

 

Como vimos, ter lucro não significa ter necessariamente dinheiro em caixa, uma vez que existem diversas situações, algumas já citadas, nas quais o lucro não se transformará imediatamente em disponibilidade financeira, caso típico das vendas a prazo. Outra situação que pode comprometer nosso fluxo de caixa é a compra de grandes quantidades de estoques, realizadas muitas vezes sem o devido planejamento, em especial se o prazo de pagamento aos nossos fornecedores for curto.

 

Parte significativa das empresas que caminham para o estado de insolvência, encontram-se em tal situação não por não apresentarem lucro, mas por má gestão do fluxo de caixa.

 

Assim, faz-se necessário o acompanhamento constante do fluxo de caixa, de modo a garantir que os lucros obtidos convertam-se em disponibilidades quando necessário, ou ao menos que se possa antecipar a falta de caixa e tomar as devidas providências ou então casar o contas a pagar com as disponibilidades de caixa.

 

Ainda, o fluxo de caixa quando elaborado na forma gerencial denominada DFC (Demonstração de Fluxo de Caixa), cumpre a função de evidenciar ao empresário qual a origem dos recursos (lucro?) e qual a sua destinação, complementando e confirmando as análises do Balanço Gerencial.

 

8)      Necessidade de Capital de Giro

 

O tópico anterior, o fluxo de caixa, está intrinsecamente ligado a este item do nosso trabalho. Podemos dizer que quando retiramos capital circulante da empresa, através de imobilizações (como investimento em instalações ou grandes compras de estoques), esta necessidade fatalmente se fará sentir no fluxo de caixa. Existem ainda diversas outras situações que aumentam a necessidade de capital de giro, dentre as quais podemos citar o aumento do prazo médio das contas a receber, ou mesmo um ciclo produtivo anormalmente longo.

 

Desta forma, para se evitar o estado de insolvência, é de suma importância que antes de qualquer decisão deste nível sejam observados quais serão os impactos na necessidade de capital de giro, e se a empresa tem condições de cobrir um eventual aumento.

 

9)      Índices

 

Através dos diversos controles, demonstrativos e análises realizados até então, são elaborados KPIs (Key Performance Indexes), indicadores de desempenho que nos mostram de forma clara, direta e resumida a situação geral da empresa, no que se refere à rentabilidade, lucratividade, crescimento, nível e perfil do endividamento, produtividade e outros que se façam necessários.

 

Estes indicadores acabam por se tornar um verdadeiro “painel de controle” da empresa.

 

10)   Reuniões Periódicas

 

Mensalmente, ou quando necessárias, são realizadas reuniões nas quais em conjunto com os gestores da empresa são analisados os relatórios gerenciais por nós elaborados. Utilizam-se das técnicas, métodos e ferramentas aqui descritos, procura-se antecipar os cenários de médio e longo prazo, de forma a antever possíveis problemas e tomar já, em tempo hábil, as decisões gerenciais necessárias para que não ocorram, e maximizar o desempenho da empresa.

 

Entretanto, tão importante quanto um planejamento adequado, é também a execução. É nesse aspecto que pecam a maioria das organizações, transformando o planejamento em mera “peça decorativa”.

 

Em vista disto, nossa consultoria diferencia-se das demais ao utilizar-se do método da controladoria, realizando o acompanhamento da execução do planejamento, continuando presente na empresa durante todo o processo e atuando sempre que necessário no ajuste da execução do mesmo ou mesmo no próprio planejamento.